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Marcelo Nóbrega, editor de tecnologia do Jornal do Brasil marcelonobrega @ gmail.com
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gamer convicto. Gosto de brincar com fotografia e música 'eletrônica'
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WASD, diversão levada a sério e de casa nova! Acesse já!
De casa nova
Depois de quase dois anos no Blogger.com.br, é hora do WASD alçar vôo.
A partir de hoje, o blog será atualizado dentro do ForumPCs, um dos maiores sites/fóruns de informática do país. Estou com uma coluna semanal lá também, com textos maiores e autorais sobre tecnologia e entretenimento eletrônico.
Aos poucos, o conteúdo do blog será transferido para lá.
Obrigado pelos acessos, pelas mensagens e pelos contatos virtuais que fiz por aqui ao longo desse tempo. Te vejo no novo WASD!
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From now on, WASD will be updated at ForumPCs, one of the largest brazilian technology sites/forums.
Numa entrevista ao jornal japonês Kyoto Journal, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, contou mais detalhes sobre o Revolution, próximo console da empresa.
Segundo ele, o videogame será uma 'mudança de paradigma' e será lançado entre 2005 e 2006, junto com os rivais PlayStation 2 e XBox Next. Como acontece com o portátil Nintendo DS, o Revolution não competirá diretamente com os outros dois modelos. A empresa quer que ele atinja os usuários que deixaram de jogar ou que ainda não experimentaram a diversão eletrônica.
Iwata sinalizou alguns detalhes sobre o novo console. O executivo disse que ele será pequeno, simples de usar e 'relevante'. Especula-se que o Revolution não terá um controle convencional e que será ligado em TVs e monitores. Curiosamente, ele disse que a quantidade de dados e qualidade dos gráficos não são mais as questões predominantes na indústria de games.
Sua primeira aparição pública será na E3, em maio.
Depois de quase um mês jogando, cheguei ontem ao nível 30, considerado o meio do caminho para o personagem perfeito em WoW.
O jogo continua possante. Pelos meus cálculos, conheci menos de 1/3 do território e ainda tenho muitas missões pela frente. Entrei em três 'instances', como são conhecidos os dungeons do game. Sua diferença é que, ao passar por um portal, você e seu grupo têm acesso a uma aventura única, sem a presença de outros jogadores. Cada inimigo morto não volta, como acontece em todo o mapa, e todos os adversários são elite, bem mais difíceis.
As instances são tratadas com carinho pela Blizzard, que preparou vários desafios ao jogador. No entanto, algumas delas são muito longas. Wailing Caverns, por exemplo, pode demorar mais de quatro horas para ser completada. É uma abordagem diferente do resto do jogo, em que em uma hora de jogo você realiza uma série de ações que avançam seu personagem.
Mas as instances são ótimas para passar de nível. Há XP por todo o lado e itens especiais, como armaduras e armas. E as missões cumpridas também oferecem muitos pontos.
Agora, de dois em dois níveis meu personagem ganha spells novas. A lista é enorme, e já devo ter quase 30 delas em barras de atalhos. Aos poucos, o Shaman mostra o seu poder. Tem força suficiente para a luta próxima e seus tótens oferecem bônus para ataque, defesa, vida, mana - além de cuspirem fogo contra o inimigo.
WoW, no entanto, continua instável. Meu servidor, Proudmoore, cai a cada dois dias, deixando os usuários em esperas de até quatro horas. E, ontem, voltaram as filas, que podem levar até uma hora para colocar um jogador na aventura. É o veneno do sucesso.
O site Twin Galaxies, que monitora recordes em videogames, anunciou seus prêmios para 2005.
O prêmio individual mais alto é de US$2.500 para ultrapassar o nível 99 de Joust 2 em apenas uma jogada. Os 399.300 pontos em Galaxian valem US$ 100 e terminar Halo 2 na dificuldade Legendary sem perder vidas vale US$ 150.
Para conhecer outros desafios e participar, clique aqui.
A Wired está com uma matéria bem interessante sobre os possíveis efeitos de uma sessão prolongada de jogatina eletrônica.
De acordo com o site, a mente se confunde, perdendo o limite entre o real e o virtual. Katamari Damacy é um dos jogos citados. O sensacional game japonês virou febre no mundo inteiro, e sugiro a qualquer proprietário de PS2 que compre um. É diversão garantida por muitos meses.
Confesso que já passei por algo parecido, em alguns momentos. E mesmo os jogadores menos viciados já podem ter experiementado uma certa confusão - quem não viu peças imaginárias de Tetris voando por aí?
Kevin Poulsen, do site Security Focus, escreveu sobre como os hacks de The Sims 2 estão causando um pandemônio entre os usuários do jogo.
A Electronic Arts incentiva a criação de itens novos pelos jogadores e sua postagem no site Sims 2 Exchange, junto ou não com as casas desenhadas. O problema acontece quando os itens estão reprogramados com hacks, que mudam as caraterísticas do jogo. Ao usar uma cafeteira especial, por exemplo, o sim pode ter suas necessidades atendidas num segundo.
Alguns usuários baixaram as casas, e os itens, sem saber que eram reprogramados. E, inevitavelmente, mudaram as residências e as colocaram novamente no site, propagando o problema. Com isso, o palco está montado para a confusão total - usuários perdendo o interesse no jogo ou achando que seus meses de 'trabalho' foram pelo ralo.
A Electronic Arts não ofereceu uma explicação razoável, limitando-se a se surpreender com a capacidade de alteração do jogo pelos usuários. Mas modificou o Exchange para apresentar mais detalhes sobre os produtos disponíveis.
Os mesmos hackers que desenvolveram as mudanças nos itens criaram um pequeno programa que sonda o diretório do jogo, informando ao usuário se existem mudanças e uma forma de retirá-las.
Depois de alguns meses de silêncio, a Ensemble apresentou os planos para Age of empires III. O game colocará o jogador na pele de um conquistador europeu destinado a desbravar o Novo Mundo.
O jogo terá um novo sistema da física do mundo e conceitos inéditos, como o de uma capital. Ele está programado para lançamento na metade de 2005.
A maior estrela de Half-Life 2 estará presente em Resurrection of evil, a expansão de Doom 3. A Gravity Gun, usada para levantar objetos e atirá-los nos inimigos será usada também no jogo concorrente.
Segundo a iD Software, a arma já era adotada na fase de produção de Doom 3 para povoar os mapas com itens, mas não permaneceu na versão final do game. Outra arma nova é a escopeta com dois canos, conhecida de quem jogou as primeiras versões da série.
A expansão acontece cinco anos depois do final de Doom 3 e o jogador tem que voltar a Marte para identificar um sinal de rádio estranho. O novo Dr. Betruger usará três demônios para perseguir o jogador e evitar que ele cumpra seu objetivo. Cada um dos inimigos tem atributos especiais, como frear o tempo, e que são absorvidos pelo personagem ao derrotá-los. Outros adversários exclusivos também serão incluídos.
Para quem ainda não jogou Doom 3, pode procurar pistas sobre a expansão, investigando os e-mails e outros detalhes relacionados à personagem Elizabeth McNeil.
Quem esperava uma apresentação bombástica da Sony na CES - Consumer Electronics Show, que acontece essa semana em Las Vegas, se desapontou.
Kaz Hirai, presidente americano da divisão de diversão eletrônica da empresa, se limitou a dizer que acredita que o PSP estará no ocidente - Europa e EUA - por volta de março. O preço não foi anunciado, mas analistas dizem que ele não passará os US$ 200.
A chegada do PSP nos EUA é uma boa notícia para os brasileiros, que terão a possibilidade de comprá-lo como acontece hoje com os PlayStation 2, que será compatível com o portátil.
Outra empresa francesa de jogos, a Titus, entrou em processo de falência, pela incapacidade de gerenciar a dívida de US$ 43,8 milhões. Entre suas subsidiárias encontra-se a querida Interplay.
A medida, no entanto, só tem efeito na França. O futuro da Interplay ainda é incerto, mas a empresa poderia vender suas franquias para tentar respirar com mais tranquilidade.
Os direitos da série Fallout já foram vendidos à Bethesda, responsável pela espetacular série The elder scrolls. Restam Baldur's gate: dark alliance, Kingpin e os direitos para um RPG online de Fallout.
A empresa americana EA, a maior produtora de jogos do mundo, comprou de um investidor quase 20% das ações da UbiSoft sem que seus diretores soubessem. Esse tipo de medida é considerada hostil, já que os outros acionistas não são comunicados do ato.
Com isso, a Electronic Arts passou a ter a segunda maior fatia da produtora francesa e direito de voto sobre as estratégias da concorrente.
O governo francês e outras produtoras européias demonstraram apoio à UbiSoft. A Infogrames disse que quer ajudá-la financeiramente, embora não tenha dinheiro em casa. Já a Vivendi Universal pode estar preparando uma fusão.
No segundo capítulo da aventura World of Warcraft, a imagem de uma invasão da Aliança a uma cidade da Horda.
Quem não conhece a série de games da Blizzard não entendeu nada. Calma... em WoW, o mundo é dividido em duas grandes facções: de um lado, a Aliança (Humans, Night Elves, Gnomes e Dwarves). Do outro, a Horda (Orcs, Tauren, Undead e Trolls).
Por enquanto, o sistema de PvP, player vs player, em que os usuários conectados podem lutar entre si, está limitado. A diversão possível é invadir uma cidade inimiga e atacar seus soldados, controlados pelo servidor. Ao fazer isso, os personagens ganham uma marca e passam a ser alvos dos avatares da outra facção. Na foto, meu Shaman estava apenas assistindo e por isso não sofreria danos.
A Blizzard já prepara os battlegrounds, áreas em que as brigas serão para valer, contando pontos de experiência para todos os envolvidos.
sempre que o WASD está em silêncio é por uma boa causa. Dessa vez, além do Natal, recebi World of Warcraft e estou jogando há uns 3 dias.
Já tinha experimentado outros RPGs persistentes antes - Ultima Online, Everquest, Star Wars Galaxies e Anarchy Online. Mas WoW supera todos os outros com folga.
Um dos grandes problemas do gênero é a necessidade de jogar muito para se divertir. A Blizzard levou isso em consideração quando criou um universo denso, com uma série de quests - mais de 5 mil - que são jogadas pelo usuário. Elas não se diferem muito do "mate 5 monstros e volte" ou "entregue esse papel a outro NPC", mas são cobertas por um enredo divertido que esconde qualquer aspecto mecânico.
Além disso, na primeira hora de jogo já é possível chegar ao nível 3 ou 4 do personagem. O máximo, até agora, é o 60, e a partir do 10º já dá para perceber que o caminho será longo. Mas a conquista de experiência, que faz avançar o jogador, acontece das formas mais variadas. Você recebe EXP por descobrir uma nova parte do mapa, por exemplo, e até ao voltar depois de algum tempo fora do jogo.
Por isso, não me frustrei muito depois de abandonar meu Undead Warlock nível 13 para recomeçar como um Orc Shaman. Em um dia de jogo já estou no nível 8, sempre com diversão.
WoW ainda peca pelo PVP, player-versus-player, que ainda não foi bem instalado. Mas a Blizzard já testa o sistema completo e promete novidades para breve. O objetivo é torná-lo também sensacional nas lutas entre jogadores.
Hoje de manhã, os executivos da desenvolvedora e distribuidora francesa UbiSoft tomaram um susto. Sua principal concorrente, a Electronic Arts, havia comprado 20% das suas ações.
A Electronic Arts, ou EA, é a maior empresa do setor. Com o negócio, ela se torna a 2ª maior acionista da Ubi, atrás apenas da família Guillemot, fundadora da companhia e que tem 22,8% das ações.
O que isso vai significar? Por enquanto, a EA diz que vai ser "uma ótima acionista". Mas não é difícil suspeitar que, no futuro, a empresa possa manipular o lançamento de games concorrentes ou interferir no seu desenvolvimento. A qualidade dos jogos eletrônicos, como de qualquer outro produto cultural, é feito pela divesidade e liberdade de seus criadores...
No Brasil, os jogos da UbiSoft são distribuídos pela EA. A empresa francesa é dona de franquias importantes, como Prince of Persia, Ghost Recon e Splinter Cell.
Há alguns dias, postei uma pequena análise sobre RPGs persistentes, ou massivos. Anarchy Online estava entre eles, e comemorava o fato de poder ser baixado pela internet, e de graça.
Agora, a Funcom, que gerencia o game, está com uma promoção imperdível. Ao baixar o jogo e se registrar entre 15 de dezembro e 15 de janeiro, o usuário poderá jogar até 1º de janeiro de 2006, de graça.
A promoção envolve apenas o game original. Ao instalar alguma das três expansões lançadas, o jogador terá que pagar a mensalidade.
Uma universidade escocesa montou um laboratório para analisar a emoção dos jogadores durante suas partidas. A idéia é capturar a dilatação das pupilas, a variação na temperatura ambiente e a pressão nos gamepads.
O objetivo do estudo é entender a reação dos jogadores aos desafios apresentados. Embora ele tenha uma aplicação prática - encontrar o nível de dificuldade ideal para um game - pode resultar em idéias mais subjetivas, como a relação entre o real e o virtual, tão querida do WASD.
RPGs persistentes no Brasil. Sucessos mundiais como EverQuest 1 e 2, Ultima Online e Star Wars Galaxies são conhecidos apenas de alguns usuários brasileiros que conseguem trazer o game de fora e pagar a mensalidade em dólares e com cartões de crédito internacionais.
Erinia foi o primeiro grande exemplo brasileiro, e será lançado em breve na Alemanha. É bom para quem procura ação multiplayer, mas fraco para os jogadores que querem RPG com história, missões e profissões densas.
Taikodom, da empresa catarinense Hoplon, promete oferecer tudo isso. É um RPG espacial, com ótimos gráficos e história. Deve entrar em beta gratuito e aberto no começo de 2005 - as inscrições estão abertas no site oficial.
Ragnarok é uma febre. Com mais de 100 mil habitantes, o mundo virtual será pago a partir de janeiro de 2005. É a chance para conhecer e jogar o game.
Mas, se o jogador quiser se aventurar em um dos grandes títulos mundiais, é preciso comprar o jogo e se registrar para pagar uma mensalidade. Alguns deles, como Anarchy Online, permitem o download pela internet - o que elimina uma das dificuldades. Todos podem ser testados por algum tempo, de graça, uma ou duas semanas normalmente.
Dois dos RPGs persistentes mais recentes foram comparados pelo Gamespy. World of Warcraft, na mira do WASD, entra no ringue com EverQuest 2, seqüência do game mais popular do gênero. Clique aqui e leia a matéria. Ela cobre todas as características que podem tornar um jogo desses um fracasso ou um sucesso total.